O Tribunal Superior Eleitoral publicou orientação sobre uso responsável de inteligência artificial no processo eleitoral. O material aborda transparência, manipulação e integridade da informação política.
O Tribunal Superior Eleitoral criou uma estrutura voltada ao acompanhamento de uso indevido de inteligência artificial e desinformação nas eleições de 2026. A iniciativa adiciona uma frente institucional específica para riscos digitais no processo eleitoral.
Estados americanos estão adotando respostas regulatórias para posts políticos pagos feitos por influenciadores e criadores de conteúdo, ampliando regras de transparência para publicidade política nas redes sociais.
Ferramentas que prometem identificar texto gerado por IA estão sendo adotadas em contextos de avaliação e autoria, embora sua precisão seja contestada. O problema desloca a discussão de detecção técnica para consequências práticas de falsos positivos e suspeita generalizada.
O aplicativo Divine foi aberto ao público com vídeos de seis segundos em loop, mais de 2 milhões de Vines restaurados e uma política de proibir conteúdo gerado por IA. O serviço usa infraestrutura descentralizada Nostr e ferramentas de verificação de mídia.