Pesquisa examinou a coexistência de problemas físicos e mentais entre adolescentes imigrantes. Os resultados reforçam a necessidade de cuidado integrado, mas o desenho observacional não permite atribuir causalidade.
A Comissão da Criança e do Adolescente da OAB/AL chamou atenção para o crescimento de relatos de bullying e cyberbullying e para a necessidade de prevenção e resposta nas redes de proteção.
Uma decisão judicial no Novo México contra a Meta abre caminho para mudanças na forma como Instagram e Facebook tratam usuários adolescentes. O caso é relevante para o debate sobre desenho de plataformas, proteção de jovens e saúde mental, sem estabelecer por si só causalidade clínica entre uso de redes e sofrimento psicológico.
As Promotorias de Justiça de Família do MPAL lançaram uma cartilha para ajudar famílias a reconhecer situações em que crianças e adolescentes são usados para pressionar ou controlar a mãe após a separação. O material explica sinais, possíveis impactos como ansiedade, medo e dificuldades escolares e indica caminhos de proteção.
Entrevistas com sete psicólogas clínicas identificaram práticas como acolhimento, regulação emocional, fortalecimento de fatores protetivos e envolvimento familiar. O estudo também encontrou fragilidades, incluindo ausência de planejamento estruturado e dificuldades éticas no manejo do sigilo; trata-se de amostra pequena e qualitativa.